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Termina o período da piracema e pesca é liberada no Rio Paraná

Mesmo com o fim da restrição, normas e regras ambientais precisam ser cumpridas pelos pescadores

Postado em 01/03/2018 às 14:47 |

A restrição estava vigente desde 1º de novembro de 2017 e tem o objetivo de garantir a reprodução dos peixes (Foto: Ilustrativa/divulgação)

A proibição da pesca de espécies nativas no Paraná, a piracema, terminou nesta quinta-feira (1º). O Instituto Ambiental do Paraná (IAP) destaca que mesmo com o fim da restrição à atividade, normas e regras ambientais precisam ser cumpridas pelos pescadores em todo o Estado.

A restrição estava vigente desde 1º de novembro de 2017 e tem o objetivo de garantir a reprodução dos peixes para proteger a continuidade das espécies. A medida é adotada todos os anos, com base na instrução normativa do Ibama (nº 25/2009) e pela portaria do IAP (nº 206/2016).

Mesmo após o término da restrição da pesca, equipes do IAP e da Polícia Ambiental continuarão fiscalizando todas as regiões do Estado para que os peixes sejam pescados de forma racional e dentro das normas permitidas, ou seja, na quantidade, tamanho e com os materiais autorizados.

Pescadores flagrados em atividade e em desacordo com as restrições serão enquadrados na lei de crimes ambientais. Os infratores podem receber multas entre R$ 700 e R$ 100 mil. Além disso, materiais de pesca como varas, redes e em podem ser apreendidos.

De acordo com a 2º Sargento, Emanuele de Oliveira “o respeito às normas é importantíssimo para a preservação da fauna subaquática dos nossos rios e depende, não somente da fiscalização, mas da consciência de cada pescador”, destaca. 

As pessoas que quiserem ajudar no combate à pesca predatória poderão efetuar denúncias por meio do telefone 181 ou no e-mail denunciaambiental@pm.pr.gov.br

Regras:

Locais proibidos

Apesar da liberação, em alguns pontos da Bacia do Rio Paraná a pesca continua restrita durante o ano. São eles:

- Lagoas marginais

- A menos de 200 metros à montante e à jusante de cachoeiras e corredeiras;

- A menos de 500 metros de saídas de efluentes, confluências e desembocaduras de rios, lagoas, lagos e reservatórios;

- A menos de 1.000 metros de barragens de empreendimentos hidrelétricos.

Espécies proibidas

Algumas espécies aquáticas endêmicas da Bacia do Rio Paraná constam na lista de animais em risco de extinção do Ibama e não podem ser capturadas como: 

- Pacu Prata ou CD;

- Piracanjuba;

- Lambaris.

Fonte:

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