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Operação Gomorra mira presidente de Câmara por suspeita de crimes sexuais em Xambrê

Investigação surgiu de provas encontradas durante a Operação Res Privata, deflagrada em março deste ano

Publicado em 11/09/2026 às 08:55
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Ação do Gaeco em Xambrê aponta ao menos 16 vítimas e resulta em prisões e apreensões de celulares (Foto: MPPR)

Operação Gomorra apura suspeita de crimes sexuais contra crianças e adolescentes em Xambrê, no Noroeste do Paraná, com ação deflagrada nesta sexta-feira (11) pelo Núcleo de Umuarama do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná, em conjunto com a Polícia Civil, por meio da 7ª Subdivisão Policial de Umuarama. A investigação apura, em tese, crimes de exploração sexual, importunação sexual e produção e armazenamento de material com conteúdo de violência sexual envolvendo menores de idade.

Mandados foram cumpridos em Xambrê

Ao todo, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão, dois mandados de busca pessoal e dois mandados de prisão preventiva, todos em Xambrê e expedidos pelo Juízo de Garantias do município. Durante as diligências, uma pessoa foi presa em flagrante por posse ilegal de munições. A ação resultou ainda na apreensão de documentos, anotações e aparelhos celulares, que serão submetidos a perícia e análise ao longo da investigação.

Apuração aponta ao menos dezesseis vítimas

Segundo o Gaeco, as investigações têm origem no encontro fortuito de provas localizadas em material apreendido durante a Operação Res Privata, deflagrada em 4 de março de 2026. A partir desse material, os investigadores identificaram, em tese, a participação do presidente da Câmara Municipal de Xambrê e do secretário municipal de Cultura na prática dos crimes apurados, que teriam atingido ao menos dezesseis vítimas. As informações constam do comunicado oficial divulgado pelo Ministério Público do Paraná sobre a operação.


Investigação segue em andamento

Os nomes envolvidos e o desdobramento das acusações dependem da análise do material apreendido e do andamento do processo no Juízo de Garantias de Xambrê. O Ministério Público do Paraná não informou, até a publicação desta matéria, prazo para conclusão das perícias ou eventual denúncia formal contra os investigados.


Fonte: Portal da Cidade Umuarama

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