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Abaixo-assinado

Bosque do Índio pode ganhar museu indígena com projeto de revitalização em Umuarama

Proposta de Klaudia Díaz prevê feiras, quadras esportivas e museu com peças de sítios arqueológicos locais; assine online!

Publicado em 11/09/2026 às 17:45

Klaudia Díaz lidera mobilização que busca verba federal para revitalizar o Bosque do Índio (Foto: Portal da Cidade Umuarama/Gabriel Rocha)

A revitalização do Bosque do Índio, em Umuarama, é o objetivo de uma mobilização popular que reúne assinaturas para pressionar o poder público a incluir a área no planejamento urbano da cidade. A iniciativa é liderada pela produtora cultural Klaudia Díaz, e propõe transformar o espaço, hoje considerado subutilizado, em um polo de turismo, cultura, lazer e economia criativa.


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Bosque tem quase 180 mil m² de mata nativa

O Bosque do Índio ocupa uma área de mata nativa preservada estimada em cerca de 180 mil metros quadrados. Segundo a proposta apresentada pelo movimento, o espaço enfrenta anos de descaso, o que teria favorecido o uso inadequado do local. Atualmente, a área recebe uma obra de drenagem, o que, segundo os organizadores, tornaria ainda mais oportuna a discussão sobre seu uso futuro.

Projeto prevê museu indígena e novos espaços de lazer

Entre as propostas apresentadas está a criação de um museu indígena no local, que abrigaria peças arqueológicas encontradas em dois sítios já identificados na região. Segundo Klaudia, o projeto teria potencial para fazer de Umuarama sede do "primeiro museu indígena na capital da amizade", com peças sob guarda do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

Além do museu, o plano inclui feira permanente de artesanato, feira de produtos orgânicos, praça de alimentação, quadras poliesportivas, concha acústica, pista de skate, ciclovia, horta pedagógica e instalação de câmeras e totens de segurança com monitoramento policial.

A proposta prevê ainda parcerias com órgãos públicos e entidades como Conselho de Desenvolvimento de Umuarama (CDU), Associação Comercial e Industrial de Umuarama (Aciu), Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), Iphan e Conselho de Segurança (Conseg), além de setores acadêmico e artístico locais.

Verba dependeria de mobilização popular

Segundo os organizadores, o financiamento do projeto seria majoritariamente federal, mas a liberação de recursos dependeria de mobilização social, com meta mínima de mil assinaturas no abaixo-assinado hospedado na plataforma Cidadania. A petição está disponível para consulta e adesão pelo público interessado.

Fonte: Portal da Cidade Umuarama

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