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Voluntariamente

Suspeito de duplo homicídio no Parque Tarumã se apresenta à Polícia Civil e confessa crime

Embora não tenha permanecido preso após o depoimento, ele teve o mandado de prisão preventiva decretado posteriormente

Publicado em 07/11/2026 às 07:27
Atualizado em

Área que tio e sobrinho foram mortos, isolada para atuação pericial (Foto: Divulgação)

A Polícia Civil informou que um dos suspeitos da autoria do duplo homicídio ocorrido na noite de quarta-feira (4), no Parque Tarumã, em Umuarama, apresentou-se voluntariamente à 7ª Subdivisão Policial acompanhado de sua defesa técnica nesta sexta-feira (6).

O caso apura os disparos de arma de fogo que vitimaram Marcelo Hypolito, de 41 anos, e Marcos Romero Hypolito, de 25 anos, tio e sobrinho, em frente a um estabelecimento comercial na rua Ayrton Senna. Perante a autoridade policial, o suspeito prestou esclarecimentos e confessou a prática do delito.

Os detalhes do depoimento, a motivação e as circunstâncias do fato permanecem sob sigilo para resguardar a eficácia das investigações, uma vez que o procedimento se encontra em estágio inicial e depende da conclusão de diligências e laudos periciais complementares.

O que se sabe sobre o crime

Conforme divulgado anteriormente pela Polícia Civil, o duplo homicídio ocorreu por volta das 20h da noite de quarta-feira (4), em frente a um bar na rua Ayrton Senna, principal via do Parque Tarumã.

De acordo com informações preliminares e relatos de testemunhas, um automóvel parou em rua lateral ou na esquina com a rua Osvaldo Cruz. Ocupantes do carro teriam feito provocações ou chamado por um dos homens. Em seguida, houve os disparos. Marcelo e Marcos morreram no local. Equipes da Polícia Militar, Polícia Civil e Polícia Científica isolaram a área, recolheram estojos, projéteis e munições e encaminharam os corpos ao Instituto Médico Legal (IML).

Na quinta-feira (5), a PCPR confirmou oficialmente a identidade das vítimas e a instauração do procedimento investigativo, que aguarda laudos periciais e cumprimento de diligências.

Liberado após depoimento, mas com mandado posterior

Após prestar os esclarecimentos e confessar o crime, o autor confesso não permaneceu preso. Naquele momento, não havia flagrante nem mandado de prisão preventiva decretado, o que levou à liberação do suspeito.

Posteriormente, o mandado de prisão preventiva foi decretado pela Justiça, conforme informações complementares do caso.

Fonte: Portal da Cidade Umuarama

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