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Adolescência: psicóloga recomenda o diálogo como primordial nesta fase da vida

A especialista Mary Segatti pontua como o período de transformação traz dilemas ao adolescente e como é possível superá-los

Postado em 09/10/2019 às 09:15 |

Mary Segatti é psicoterapeuta, realiza acompanhamento psicológico em crianças, adolescentes e adultos (Foto: Divulgação )

A adolescência é uma fase da vida, que vai dos 10 aos 19 anos. Nesse período o indivíduo passa por transformações físicas, hormonais e emocionais.

Também ocorrem pelo menos três fenômenos importantes do desenvolvimento humano: do ponto de vista biológico, a puberdade; do ponto de vista social, a passagem da infância para a vida adulta; e do ponto de vista psicológico, a estruturação de uma identidade definitiva para seu mundo interno e externo. 

São muitas transformações repentinas, isso causa muita pressão no adolescente. “Não é mais criança e ainda não é adulto.” Fica o sentimento de não pertencer, não ser aceito, não tendo consciência do seu real valor como ser humano. 

Nessa busca constante por auto afirmação e auto aceitação, muitos caem no exibicionismo da sua imagem e do próprio corpo. Querem um padrão inalcançável, onde nada é o bastante, isso gera uma angústia sufocante e a ilusão de que é preciso seguir o modismo para ser aceito. 

Essa é a fase das incertezas: “Que profissão seguir? Como será meu futuro? Será que vou passar no vestibular?”, entre outras dúvidas. 

São jovens com o futuro todo pela frente e com a pressa de quem já está no fim, como se não tivessem o direito de ter uma segunda chance, não podendo errar na escolha do seu futuro. Causando assim o isolamento, não partilhando suas dores, angústias e dúvidas.  

Como lidar com essa fase? 

O ideal seria conversar, dividir todos esses sentimentos. Quando há cumplicidade da família, diálogo com os pais, esse período é mais tranquilo, mas não menos importante. 

Entretanto, quando o apoio não vem, ou o adolescente se sente não tão acolhido pela família, pode ocorrer o risco de ter depressão, isolamento social, baixa autoestima, alcoolismo, drogadição, e até mesmo suicídio. 

A melhor maneira para os adolescentes passarem por essa fase tão difícil de uma forma mais leve, é o diálogo, a confiança, acolhimento e o amor da sua família. 

Qualquer dúvida em relação ao comportamento de seus filhos, procure ajuda de um profissional da Psicologia, ele poderá orientar, tirar suas dúvidas, auxiliar no resgate da auto estima, além de orientar na escolha profissional.   

Mary Segatti

Psicóloga - CRP 08/08979 

Atua com avaliação psicológica, acompanhamento psicoterapêutico em crianças, adolescentes e adultos, ludoterapia infantil e orientação vocacional. 

Pç. Hênio Romagnoli, 3800 - Ed. Centro Comercial – Sala 103
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