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Crianças da Escola Municipal Jardim Birigui ganham ‘Jardim Sensorial’

A novidade foi aprovada pelas crianças, que agora têm um local para aulas práticas sobre nossos sentidos

Postado em 09/01/2020 às 08:40 |

(Foto: Divulgação / Unipar)

A Escola Municipal Jardim Birigui encerrou o ano letivo com uma novidade: a implantação de um Jardim Sensorial, construído em parceria com o projeto Horto Medicinal da Universidade Paranaense. Professora e universitárias prestaram assessoria técnica, desde a escolha das mudas, doadas pelo projeto da Unipar, ao plantio.

Um pequeno espaço do pátio foi aproveitado para a instalação do Jardim, que tem por objetivo instigar a curiosidade das crianças, ao mesmo tempo em que ensina sobre nossos sentidos: tato, visão, olfato e paladar. As ervas foram selecionadas para causar, literalmente, sensação. 


Entre orégano, cebolinha, bálsamo e hortelã há muitas outras plantas interessantes, cultivadas num espaço de aproximadamente 20m2, em blocos de concreto alinhados, dando a forma de ‘u’. A sequência das plantas foi pensada para mostrar o quanto diferem em textura, cheiro, sabor e aparência física. 

Além do verde das plantas, os blocos foram todos pintados; as equipes – do Horto e da escola – optaram por cores primárias para dar um ar mais intenso ao Jardim, que se destaca no pátio.   

A diretora da escola, professora Márcia de Sá, foi quem teve a iniciativa de investir neste Jardim Sensorial. Ela diz que as crianças se empolgam nas aulas práticas. “Nesse Jardim, nossos alunos estão tendo experiências importantes; são crianças, mas sabem valorizar esse momento de aprendizagem”, conta, agradecendo o apoio da Unipar. 

“Entramos em contato com a equipe do Horto e fomos gentilmente recebidos e atendidos; não só recebemos as mudas e as orientações técnicas, como também tivemos a satisfação da ajuda para a instalação propriamente do projeto”, destaca a diretora. 

A coordenadora do Horto Medicinal, professora Ezilda Jacomassi, diz que a colaboração prestada por sua equipe tem idealismo por trás: “Não atuamos neste projeto só com a intenção de melhorar o ambiente escolar, mas, acima de tudo, acreditamos que ao estimular a sensibilidade das crianças, estamos ajudando a transformar a experiência educacional numa vivência mais significativa para todas, pois tudo o que aprenderem nesse projeto levarão para a vida toda”.  


Ela acompanhou e fez questão de ajudar nas tarefas, em todas as fases. Com ela, atuam no projeto estudantes dos cursos de Farmácia, Nutrição, Medicina e Engenharia Agronômica e do mestrado em Plantas Medicinais e Fitoterápicos.

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