Portal da Cidade Umuarama

Nesta sexta-feira

Caminhada pelo fim da violência contra as mulheres será na praça Arthur Thomas

O assunto deve ser sempre discutido em toda a sociedade e a participação na Caminhada é aberta a toda a sociedade

Publicado em 24/11/2022 às 09:35

A Caminhada pelo Fim da Violência contra as Mulheres, acontece com saída às 19h30 da praça Arthur Thomas (Foto: Portal da Cidade Umuarama/Eduardo Sebim)

O Conselho Municipal dos Direitos da Mulher (CMDM) realiza em Umuarama 16 dias de ativismo pelo fim da violência contra a mulher. A programação teve início nesta quinta-feira (24) em reunião no Centro da Juventude (Ceju) com as secretarias de Assistência Social e Saúde, além de instituições diversas que agregam e representam mulheres na cidade. A campanha acontece todos os anos, entre 25 de novembro, Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres, e 10 de dezembro, Dia Internacional dos Direitos Humanos.

Segundo a presidente do CMDM, Jôze Kelly Fator, além deste primeiro encontro, na sexta-feira (25) acontece a 3º Caminhada pelo Fim da Violência contra as Mulheres, com saída às 19h30 da praça Arthur Thomas. “Todas as iniciativas para prevenir e eliminar a violência contra meninas e mulheres são importantes. Não podemos nunca para com essa luta. Claro que já conquistamos grandes avanços através dos anos, porém ainda estamos muito longe do ideal, que é zerar, acabar, eliminar de vez quaisquer tipos de violência contra a mulher”, afirmou Jôze.

O assunto deve ser sempre discutido em toda a sociedade e a participação na Caminhada é aberta a toda a sociedade – homens e mulheres. “Precisamos sempre colocar em pauta os desafios que temos e discutir soluções para o problema. Os dados sobre a violência contra a mulher são assustadores: quase 1 em cada 3 mulheres com 15 anos ou mais, em todo o mundo, já foi submetida à violência física ou sexual por parceiro íntimo, não parceiro ou ambos, pelo menos uma vez na vida”, alerta, acrescentando que o que é pior, nesses estudos, é que os níveis de violência contra mulheres e meninas permaneceram praticamente inalterados na última década.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) define a violência contra a mulher como todo ato de violência baseado no gênero que tem como resultado dano físico, sexual, psicológico, incluindo ameaças, coerção e privação arbitrária da liberdade, seja na vida pública seja na vida privada. “Cerca de 125 países possuem leis específicas de proteção à mulher, sendo que no Brasil temos a Lei Maria da Penha, que é considerada uma das três mais avançadas do mundo. Apesar do avanço legislativo, o Brasil é o 7º país, em uma lista de 84, com o maior número de homicídios de mulheres”, detalha.

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